V Conferência Municipal de Políticas para mulheres recebe mais de 200 pessoas

Nesta quinta-feira (12) aconteceu a V Conferência Municipal de Políticas para Mulheres na Igreja do Nazareno. O evento contou com a participação do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, representantes do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher e a sociedade civil.

Cerca de 200 pessoas prestigiaram o evento que iniciou com o hino nacional e o hino nilopolitano. Logo depois, a subsecretária de Cidadania e Direitos Humanos, Nilcéa Clara Cardoso iniciou a conferência, dando a voz para o secretário de Cidadania e Direitos Humanos, Álvaro Cunha; secretária do Meio Ambiante, Martha Chambarelli; secretário de Trabalho, Emprego e Desenvolvimento Econômico, Eduardo Amorim; e o enfermeiro Luis Cláudio, representando o secretário de Saúde, Cláudio Borges.

Nas palestras, foram abordados tema sobre a garantia e avanço dos Direitos das Mulheres como democracia, respeito, diversidade e autonomia.

“É um momento de importância para o nosso Município e para à mulher de uma maneira especial. Hoje houve uma discussão de propostas para que as mulheres avancem nas políticas públicas, que são muitas, mas que por desconhecimento e comodismo, algumas não participam. Hoje discutimos e debatemos propostas que viabilizem melhores condições de vida para as nossas mulheres. Não a impunidade e não à violência”, disse Nilcéa Clara Cardoso, representante da Casa da Mulher e subsecretária de Cidadania e Diretos Humanos.

Os debates foram ministrados por Helena Piragibe, presidente do Conselho Estadual do Rio de Janeiro (Cedim); subsecretária de Políticas para as Mulheres, Angela Fontes; Sônia Lopes, do Centro Integrado de Atendimento à Mulher; Cris Pinheiro.

A Casa da Mulher Nilopolitana foi fundada no dia 7 de dezembro de 2006. Lá são oferecidos à mulher nilopolitana os seguintes serviços: assistência jurídica, atendimento psicológico e assistência social, além de diversos cursos e oficinas.

“Meu agradecimento sincero vai ao prefeito Farid, por ter se empenhado tanto em sancionar a lei que implantou a casa da mulher nilopolitana que há 13 anos. A casa existe para emponderar a mulher, dando consistência”, concluiu Nilcéa.

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